Archive for Junho, 2008
Para dar risada
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos. Eles tinham
compartilhado tudo um com o outro. Eles tinham conversado sobre tudo. Eles
não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher
guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse
aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela. Assim por todos aqueles
anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato. Mas
um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não
sobreviveria. Visto isso o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a
levou pra perto da cama da mulher. Ela concordou que era a hora dele saber o
que havia naquela caixa. Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de
crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou:
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento
feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com
raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto
pensava somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de
mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.’
- Querida!!! – ele falou – Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse
dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! – ela disse – Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.
PRECE
Senhor, dai-me sabedoria para entender meu marido,
amor para perdoá-lo e paciência para aturá-lo, Senhor, porque se eu pedir
força, eu bato nele até matar pois eu não sei fazer crochê!…Amém!
1 comment Junho 24, 2008
Quando o fim se torna real
Por Léo Dias
Já me deparei mais de uma vez com uma situação no mínimo esquisita: você sai com alguém, passa momentos agradabilíssimos e, de repente, o telefone não surge, a conversa cessa e a ociosidade e o silêncio mostram que o fim de um caso se tornou real.
Ficam as lembranças na memória, o presente não entregue, o número na agenda e o silêncio. E do outro lado? O medo de envolvimento? A vontade de se continuar, de ter aquela vida com seus mesmos hábitos, sem espaço para uma nova pessoa que pode vir a ocupar um espaço maior que o permitido por você mesmo?
Não se sabe ao certo, mas já vi acontecer isso apenas pelo sexo. Após a noite de prazer e entrega, um simples telefonema e nada mais, com aquele ar de “missão cumprida” e ponto final. Ou ainda quando o se descobre um pouco mais sobre o outro e a vontade de cessar e tentar entender é zero, simplesmente estabelece-se um ponto final.
As pessoas estão mais egoístas, com paradigmas e critérios muito injustos, onde alguém se adapta ou não. Mas esperem aí! E quem falou que o príncipe encantado existe? Ou que a mulher dos seus sonhos desfila pelas ruas com freqüência? Saibamos dosar nossas exigências, nossos “padrões” e deixemos que o amanhã nos mostre quem está ao nosso lado, e não uma revista ou alguma opinião maluca de uma sociedade preconceituosa e estereotipada.
6 comments Junho 23, 2008
O que nós queremos deles?
Abaixo o texto que citei no post do dia 12 de junho. Eu adoro e concordo com todos os parágrafos…rs
Texto de Danuza Leão, publicado na revista Claudia.
Mas afinal, o que querem as mulheres de um homem? O que nós queremos? Em primeiro lugar, que ele nos ame muito; muito, mas não exageradamente. Que nos entenda, que nos ouça sempre com muita atenção, mesmo que não esteja muito interessado no que estamos falando (mas fingindo estar). Não, ele não precisa nos trazer flores; mas deve estar sempre nos procurando, fazendo um carinho no nosso ombro, pousando (apenas pousando) a mão na nossa coxa por debaixo da mesa ou quando estiver dirigindo o carro, coisa de quem se sabe dono absoluto do nosso coração (e do nosso corpo); só faz isso um homem seguro, que é o que todas queremos.
Por outro lado, é preciso que ele nos solicite muito, pergunte que gravata deve usar, se gostamos da água-de-colônia nova, que carro deve comprar, mesmo que acabe fazendo o que quer, sem dar a mínima para nossa opinião. Mas também é preciso que às vezes fique quieto, calado, para nos deixar bem inquietas, imaginando no que será que ele está pensando.
Mulher não pode nunca se sentir nem muito segura nem muito insegura: tem que ser no ponto certo. O ponto certo, essa é a questão. Para isso é preciso sensibilidade, coisa fundamental no homem que se ama. Sensibilidade para sentir quando estamos precisando de um carinho, de um amasso ou de ficar em silêncio. E ser capaz de, na hora de uma briga, dizer vem cá, sua boba”, e a gente se aninhar nos braços dele esquecendo de tudo que estava falando. Ah, como é bom um homem assim.
Não é preciso que ajude a lavar os pratos nem a arrumar a cozinha, essas bobagens a gente faz com o maior prazer quando ama. Mas a cada cinco minutos pode perguntar, enquanto assiste o futebol (sem tirar os olhos da TV), se ainda vai demorar muito essa arrumação, pedir para você levar uma cerveja e dizer “vem sentar do meu lado para ver o jogo”. Esse jogo não nos interessa nem um pouco, mas saber que ele precisa de nós num momento tão crucial é tudo de que precisamos para ser felizes. E quando o time dele fizer um gol e ele comemorar te abraçando e beijando muito, seja solidária e mostre-se tão feliz como se tivesse acabado de ganhar o mais lindo vestido da última coleção de Valentino. Não basta ser mulher: tem que participar.
A hora de ir para a cama é muito importante: mesmo que ele esteja estudando um processo ou lendo uma revista em quadrinhos, é fundamental que ponha a perna em cima da sua, para que você sinta que, aconteça o que acontecer, ele estará sempre ligado em você. E um homem que quer ser amado sobre todas as coisas não pode jamais, mas jamais, depois de apagar a luz do abajur, se virar de costas para dormir; isso é crime que nenhuma mulher perdoa.
E quando, já no escuro, ele faz um carinho na sua cabeça e se encaixa – não há mulher que resista a um homem que sabe se encaixar bem -, aí é que você sente a felicidade total e pensa que é aquele homem, aquele e nenhum outro, que pode fazê-la feliz. É só isso que queremos dos homens. Não é pedir muito, é?
Add comment Junho 16, 2008
Flores de presente? Melhor uma bolsa
Por Caroline Marino
Li esses dias um texto (aliás, ótimo) da Danuza Leão sobre o que nós, mulheres, queremos dos homens. Numa das partes, ela diz: “Não, ele não precisa nos trazer flores; mas deve estar sempre nos procurando, fazendo um carinho no nosso ombro, pousando (apenas pousando) a mão na nossa coxa por debaixo da mesa ou quando estiver dirigindo o carro, coisa de quem se sabe dono absoluto do nosso coração (e do nosso corpo); só faz isso um homem seguro, que é o que todas queremos”.
Concordo. Mais ainda com a parte das flores. Elas são bem-vindas apenas quando dadas fora de datas especiais e com (muita) cautela. Fazer surpresas com flores toda hora cansa, faz perder a graça. Fica batido. Tem homem que gosta de dar flores a toda hora e acredita que está fazendo muito. Homem assim é chato. Meloso demais. O que mais importa são as atitudes. É saber que ele vai estar ao seu lado nos momentos que você precisa. Que vai te ouvir e te abraçar na hora certa.
Também não vou dar uma de dark. No começo do relacionamento dar flores funciona bem, é bonitinho, faz a gente ficar com aquele sorriso bobo no rosto o dia todo. Achar que somos especiais e que está começando algo legal. Mas depois de um tempo parecem aqueles presentes de última hora. De quem não te conhece direito e, por isso, não sabe o que dar. É muito melhor, dar algo que a mulher gosta (seja livros, sapatos ou bolsas). Isso serve para o dia dos namorados. Nada de flores, por favor!
2 comments Junho 12, 2008
Dia dos namorados – Parte 2
Por Léo Dias
Agora se você solteira e procurando o que fazer no dia 12, na maior metrópole do Brasil há boas opções, com programação especial ou ainda com muita criatividade faça para si um dia especial.
Já ouvi de uma amiga minha que ao invés de ir para a academia ela se dará de presente uma bolsa que ela viu e não comprou e sessão em um spa. Receber massagens, fazer banhos com pétalas e cuidar de si vai com certeza deixá-la mais bonita e elevar muito a auto-estima.
Outra opção é cair na noite com outras solteiras. Casas como o Kia Ora (www.kiaora.com.br) e a Pacha (www.pachasp.com.br) farão noites destinadas aos solteiros. Na programação da Pacha ainda haverá surpresas, os homens estarão separados das mulheres até as 2 da manhã e a noite promete. Reunir os amigos, se esbaldar numa balada e dançar bastante não fará mal algum, é uma opção divertida e que poderá oferecer até um ingrediente a mais.
Ir a restaurantes, cinemas e bares não acredito ser uma boa idéia. Esses estabelecimentos preferencialmente montarão um esquema de atendimento voltado para casais, com muito romantismo e que não é o intuito.
Ligar para aquele amigo que é uma boa companhia, divertido e que nem você mesma sabe o porquê de não estar com ele é uma sugestão interessante. Eventualmente vocês podem sair, tomar um vinho, cair numa balada também (por que não?) ou se encontrar para conversar apenas.
Já para os que preferem uma reflexão nesse dia, relaxe, lembre-se que na vida quando menos se espera somos surpreendidos e não saia procurando, deixe que o destino se encarregue de apresentar-lhe alguém. É mais prazeroso e não há impedimentos para que lhe seja pregada uma ótima peça da vida.
E bom dia dos namorados!
1 comment Junho 11, 2008
Dia dos namorados – Parte 1
Por Léo Dias
Obviamente não postar um texto sobre a data tão significativa desta semana seria impossível. Mas falar com solteiros e enamorados são coisas bem diferentes e por isso farei esse post em duas partes.
Aos namorados apaixonados apenas me resta dizer que devem aproveitar (e muito) essa data. Quando eu estava namorando, bolava mil surpresas, eventos e fazia desse dia algo para ser marcado, tão importante quanto o aniversário de namoro. Enganam-se os que pensam em uma data de presentes caros. Seria uma visão consumista numa oportunidade de declarar-se para a pessoa amada.
Claro que um presente cai bem, mas algumas dicas são sempre úteis nessa data. Uma dica minha, que é tradicional, concordo, mas muito romântica, é um jantar romântico. O homem deve sempre buscá-la em casa, preferencialmente recebê-la na porta de sua casa com flores e leve-a para o jantar. Faça a reserva antes porque o movimento nesse dia é muito grande e ficar esperando uma mesa por duas horas não tem nada de romântico.
Saindo do jantar a dois, pode-se estender para um flat ou hotel, que oferecem pacotes com champagne e rosas são muito válidos, já que tem um horário de saída flexível e ainda dá a oportunidade de tomar o café da manhã juntos.
Se morar sozinho por que não arriscar e você mesmo preparar o jantar? Uma decoração com vela, um bom vinho e um menu um pouquinho mais sofisticado que o habitual e incremente com lençóis diferentes, que darão o toque e o charme no quarto. Nessa mesma linha preparar o café da manhã e tomá-lo na cama será com certeza mais divertido e íntimo.
Se você não está namorando ainda, mas investindo na relação, é uma data que mesmo que não faça o pedido oficial, o que seria uma ótima sacada, somente o fato de estar ali, com aquela pessoa nessa data significa muito e o recado estará claro para ambos. E estar bem acompanhado é sempre prazeroso.
O objetivo não é proporcionar grandes eventos, mas sim estar junto com a pessoa que se ama, dividir experiências e momentos onde o único objetivo é expressas o mais nobre dos sentimentos. E feliz Dia dos Namorados!
2 comments Junho 11, 2008
Essas histórias de nós dois
Por Beatriz Rey
Ele está aí. Chegou sorrateiro, sem avisar direito, mas chegou. E será a minha primeira vez. Primeira vez dessa troca. Primeira vez desse dia. Estou um pouco ansiosa, um pouco indecisa e um pouco temerosa, mas acredito que tudo acabará bem. Ou não. O fato é que o Dia dos Namorados aterrisou em casa, e eu e o Theo estamos nos debatendo para achar os presentes ideais. Porque eu acho horrível dar uma camiseta, uma calça ou uma sandália. Queria encontrar o presente mais legal, que mais se encaixa com a personalidade dele. O presente que ele abrirá e ficará sem palavras. Se encontrei? Não. Nem ele.
Ontem ele veio me dizer que teve uma idéia genial: um livro. Fiquei sondando, porque eu tenho praticamente todos os livros das coisas que me interessam. Batata. Ele ia me dar Dentro da Floresta, do David Remnick. Daí pensou em outro, do Talese, que já tenho também. “Pô, mas você já tem tudo desses caras?”. Tenho. E roupas, sapatos, bolsas…não sei se confio nele zanzando numa loja feminina. Quero dizer, ele tem o melhor gosto do mundo para roupas, mas não sei as de mulher. Eu já pensei em até num boneco do Kurt Cobain, que ele pediu há algum tempo, quando viagei para os EUA. “Amor, vou te dar algo do Kurt”. Ah, não, esse presente não é legal, disse. Confesso, eu também não achava!
O que acontece é que estou chegando à conclusão de que não vamos encontrar nenhum presente ideal. Como nos relacionamentos, eles vão ter defeitos, vão precisar ser trocados, quem sabe. No sábado, dia de peregrinação pelo shopping, vou atrás de um presente, apenas. Já será de bom tamanho se eu encontrá-lo!
Add comment Junho 5, 2008
Vergonha alheia
Por Caroline Marino
Sim, eu sinto vergonha alheia. E no relacionamento há várias atitudes que causam esse sentimento. Uma delas (e talvez a mais irritante), é homem que leva a bolsa da namorada. De quem é a bolsa? Dele, por acaso? Então, cada um que carregue suas coisas. Hoje em dia, há dezenas de modelos de bolsa, você não precisa usar uma que a incomode. Se não quer levar muito peso, escolha uma menor. Se não quer segurar coisas na mão, opte por um modelo maior. Mas, por favor, não peça para o seu namorado carregar. É totalmente ridículo.
Uma amiga minha, disse algo muito engraçado outro dia quando conversávamos dessas coisas bizarras do relacionamento. Ela falou que não pede jamais para seu marido carregar sua bolsa e se um dia precisar (apenas por questões de saúde, como um desmaio), que ele a pegue e jogue a bolsa no colo dela. Dei muita risada quando ela falou isso. Mas é a pura verdade. E não venha me dizer que sou ranzinza e não gosto de homens cavalheiros, pois isso não tem nada a ver com cavalheirismo. É ser idiota mesmo. Namorado não é babá. Não deve, jamais, segurar sua bolsa.
5 comments Junho 4, 2008
