Uma vez eu fiz um curso sobre esse assunto e era bem corporativo, algo que as empresas adoram mandar seus empregados, que dura o dia todo e se aproveita quase nada. Enfim, decisões empresarias são sempre lógicas, racionais e variando conforme os custos e ganhos, eu diria que é uma equação exata. Já as tomadas de decisões do coração ou de nossas vidas são complexas, difíceis, nos colocam entre a razão e o coração e sempre nos fazem refletir bastante.
Nas últimas duas semanas eu passei por uma situação dessas que pedem atenção, onde devemos avaliar princípios, vontades, desejos e é claro o coração e a razão. Pensei, refleti muito e fiz o que sempre gosto de fazer quando quero pensar, fui correr, ficar comigo mesmo e esvaziar a mente.
É sempre bom termos escapes para limpar a mente e poder tomar decisões. Confesso que procuro sempre em primeiro lugar colocar um ponto de equilíbrio entre o coração e a razão e sempre buscando a maior transparência e sinceridade possível.
Ser sincero pode gerar chateações para quem está do outro lado, mas não mágoas, pois em toda a minha vida sempre as pessoas, cedo ou tarde, entenderam minhas posições e a sinceridade passou a ser admirada e a situação mais que contornada, mas sim entendida e respeitada.
Ponderem, reflitam e concluam o que é melhor para cada um. Coloque-se sempre em primeiro lugar, ponha-se no lugar da outra pessoa, ouça seu coração e faça algo que não vá se arrepender, sem deixar de ser quem é, e acredite que muito provavelmente você não será compreendido na hora, mas isso o tempo se encarregará de fazer.