Posts filed under 'Caroline Marino'

Saber evitar os detalhes

Por Caroline Marino

Ela sabia que mais cedo ou mais tarde isso aconteceria. Que eles iriam voltar e retomar de onde pararam. Era nítido que ainda tinha algo a ser vivido. Mas não agora. Não nesse momento. Não existia nada de especial entre ela e Tom. Nem amor, nem paixão. Só uma vontade instigante. Intensa. Complexa. Voraz. Um papo bom. Uma química forte. Era uma maneira de enganar a vida e todas as suas imperfeições. Uma maneira de sentir-se livre. E mesmo sabendo que aquilo teria um fim, Ana não estava preparada para perdê-lo. Não naquele momento.

Ela tentou cortar a conversa, fingir que não ligava se Tom tinha voltado com a namorada ou não. Afinal, ela não gostava dele e muito menos se imaginava tendo algo a mais do que aqueles encontros camuflados. Mas no fundo, ela ligava, sim. Apesar de sempre ter tratado aquela relação como um passatempo, havia carinho, vontade, respeito. Uma linha tênue ligava os dois de alguma maneira. E Tom sabia disso. Mas ele tentou desconversar, fingir que eram amigos agora. Mas naquele momento isso não era possível para ela. Talvez mais pra frente. Não agora. Ana precisava de um tempo – aquela reconciliação ainda não estava clara.

Algumas semanas se passaram e uma curiosidade teimava em surgir na mente de Ana. Como aquele reencontro tinha acontecido? Ela não estava apaixonada por Tom, nem queria estragar nada. Só queria saber como. Como eles tinham voltado. Como tudo tinha mudado tão rápido. Como? Era só isso que ela queria saber. Queria conseguir entender. Ontem estavam combinando de sair e hoje ele estava distante. Como aquilo tinha acontecido? Mas hesitou em perguntar. O mais importante ela sabia: Tom e a namorada tinham voltado e estavam felizes. O resto era apenas detalhe e só a machucaria.

6 comments Maio 27, 2009

Enquanto o telefone não toca

Por Caroline Marino

Ana acordou aflita. Ele não ligava há uma semana, nem respondia suas mensagens. Algo parecia ter acontecido. Aí tem, pensou ela, que já havia criado milhares de histórias e, pior, acreditado em todas. As mulheres costumam ser assim. Se algo saiu um pouco do eixo, se o cara sumiu ou falou de uma maneira diferente, imagina uma série de histórias (sempre com final ruim). Ele casou. Teve filhos. Desistiu do relacionamento. Mudou. Arranjou outra. Enfim, várias bobagens, que só uma mente fértil consegue criar.

No final, nem sempre é aquilo que imaginamos. Ana tentava não pensar besteiras, mas era quase impossível espantar os pensamentos. Ela já tinha até imaginado o que iria falar a Jorge se algo estivesse mesmo errado ou se uma outra mulher tivesse atravessado seu caminho. Os diálogos estavam prontos. Só a ligação de Jorge dizendo que tudo estava bem podia confortar sua mente inquieta.

Ele ligou. Tudo estava bem. E a vontade era a mesma de antes. Jorge só tinha passado por uma semana difícil no trabalho. Normal. Acontece com todo mundo. Mas homens agem diferente das mulheres. Nós, no lugar deles, teríamos mandado ao menos uma mensagem para dizer que estava tudo bem. Já eles não vêem nada de errado em não mandar. Talvez Beth é que esteja errada. Deveria ser mais leve, pois o fato dele não ter ligado não quer dizer que já esteja com outra. Mas vai saber, né?

11 comments Março 4, 2009

Orkut do casal

Por Caroline Marino

Alguém pode me explicar o que leva um casal a ter um orkut conjunto? Fico pensando em como montam o perfil: a data de aniversário, por exemplo, é de quem? Dele ou dela? Ou será que o casal chega ao cúmulo do absurdo de compartilhar com os amigos o aniversário de namoro? E as comunidades? Quem escolhe? Eles são tão parecidos que gostam (e odeiam) as mesmas coisas?

Já até imagino as duas peças. Eles se acham o casal mais legal, bonito, feliz e (bem) resolvido do mundo. Mandam os scraps juntos, com direito a estúpida frase: beijo do casal. E adoram dar palpite na vida afetiva alheia. Com frases do tipo: ta vendo, é por isso que você não namora, é independente demais, ou, seu namoro não vai para frente, pois você dá muito espaço para o (a) namorado (a). Ou seja, só o namoro deles é perfeito. Não há coisa mais chata que casal assim. Que faz tudo junto. E respira o mesmo ar 24 horas por dia. Se não estão lado a lado, se controlam pelo telefone; e-mail; orkut, twitter, ou seja lá que outra tecnologia. Vão acabar se asfixiando.

7 comments Fevereiro 17, 2009

Combinação (quase) perfeita

Por Caroline Marino

O telefone tocou. Era ele, se desculpando da noite anterior. Como se houvesse desculpa para a decepção de ontem. Ela ainda enxugava as lágrimas e tentava encontrar uma explicação para as mentiras contadas. As palavras voltavam aos poucos à memória. Eles estavam juntos há pouco tempo, não pareciam perdidamente apaixonados, mas estavam juntos. E a partir do momento que você assume um relacionamento com alguém, merece respeito. Eles tinham amigos em comum e se conheceram em um desses encontros. Era copa do mundo. Jogo: Brasil e França. Em meio à tensão da partida e à conversas curtas, ele a convidou para sair. Ela aceitou. Tinha terminado um namoro há pouco tempo e queria algo para tentar esquecer toda a decepção e se distrair. Jair era interessante, gentil e uma ótima companhia, além de muito bonito. Parecia a combinação perfeita.
 
Ana disse sim. Era o começo de uma fase ótima. Telefonemas no meio da tarde só para saber se estava tudo bem. Encontros à noite. Elogios a todo o instante. E o tempo foi passando. Tinha química. Papo. E um machismo insuportável. Ana pensou em deixá-lo pra trás por causa disso, mas ele parecia gostar dela. Uma adoração estranha, mas irresistível. Um beijo bom. Uma afinidade.
 
E então, numa noite, depois de tantos elogios, atenção sem igual e os melhores beijos, o telefone de Ana toca. Era o celular de Jair, mas uma voz descontrolada de mulher se apresenta como namorada dele e começa a falar baixarias ao telefone. Ele nega, diz que a tal mulher é louca e que não tem nada com ela. A mulher continua a ligar e fazer escândalos. Jair nega mais uma vez.
 
A conclusão? Ele tinha, realmente, um relacionamento paralelo. Nem a casa onde levava Ana era dele de verdade. Uma vida de mentira.

2 comments Dezembro 17, 2008

Eu, modo de usar

O Léo citou há algum tempo o texto Eu, modo de usar, de Martha Medeiros. Na época, ele fez a versão masculina (aliás, ótima rs). Bom, para quem não conhece o texto original, segue abaixo. É muito bom.
 
“Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor, mas … permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza. Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais.

Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sozinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. (Então fique comigo quando eu chorar, combinado?).

Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem… gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pêlos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar às vezes, mesmo na sua idade. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.

Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca … Goste de música e de sexo. Goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua família… isso a gente vê depois … se calhar … Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos … me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar … experimente me amar”.

Add comment Outubro 28, 2008

Invasão de privacidade

Por Caroline Marino

Fuçar o celular. Ter as senhas do e-mail um do outro. Controlar horários. Isso não faz parte de um relacionamento (como alguns pensam), é invadir o espaço do outro. Será que as pessoas se esquecem que o(a) namorado(a) é outra pessoa? Vocês não fazem parte de uma coisa só apenas por que começaram a namorar. Seu namorado, marido, ou seja lá o que for, tem vida própria. Amigos próprios. Trabalho próprio. Gostos próprios. Compromissos próprios. Telefone próprio. Senhas próprias. Se o celular dele tocar quando estiverem juntos, por exemplo, não quer dizer que ele tem um relacionamento paralelo. Entende?

Ele tem uma vida distinta da sua. Precisa sair só com os amigos para tomar uma cerveja e jogar conversa fora. Às vezes, quer ficar sozinho em casa vendo um filme, lendo um livro ou fazendo nada. Ficar junto 24h enjoa. Os dois precisam de espaço. Os dois precisam respirar. E saber respeitar o espaço do outro faz parte da educação. Até por que, vou te contar uma coisa.

Se você age dessa forma, pois acha que fazendo tudo junto e controlando todos os passos dele(a), você está segura(o), é melhor rever seus conceitos. Se ele quiser fazer alguma coisa, não precisa de muito. Ele pode te deixar em casa e encontrar outra. É simples. Um dos pontos importantes para manter um relacionamento é a segurança. Se não confia na pessoa (e em você mesmo), melhor nem começar a namorar. Senão é capaz de alguém atravessar seu caminho. E dessa vez, não vai ser imaginação.

6 comments Outubro 23, 2008

10 coisas inaceitáveis em um relacionamento

Por Caroline Marino

1. Carregar a bolsa da namorada
2. Comer no mesmo prato e para completar de mãos dadas (acreditem, tem gente que faz isso)
3. Se beijar na escada rolante do shopping (não estou falando de um selinho apenas)
4. Usar apelidos carinhosos e falar daquele jeito que só vocês entendem na frente dos outros
5. Viver grudado
6. Andar de mãos dadas e não soltar nem quando alguém quer passar
7. Achar que por que está namorando, não precisa mais de “cerimônia”, ou seja, começar a ir ao banheiro de porta aberta, palitar os dentes da mesa, arrotar….
8. Espremer cravo e espinha um do outro
9. Achar que pode ter um relacionamento paralelo e, ainda, ficar bravo da pessoa não entender
10. Mandar tele-mensagem e fazer as chamadas “loucuras de amor”

6 comments Outubro 15, 2008

Quando o incerto se torna certo

Por Caroline Marino

Beth sabia que aquele talvez não fosse o melhor relacionamento. Mas também sabia da intimidade compartilhada, de como se entediam e se respeitavam. Do braço ao redor do corpo. Das pernas entrelaçadas. Do bom dia dito. Das conversas. Do beijo dado na hora certa. E da sinceridade das palavras. Eles fazem parte de algo que ninguém conhece, que ninguém presencia. De algo além do que os outros podem imaginar. Diferente do que aconteceu há anos atrás, quando a insegurança e a imaturidade eram maiores que todo o resto. É forte. Intenso. Verdadeiro. Se não fosse assim, não existiria.

Mas só ela sabe o quanto é difícil estar na casa de Bruno sem poder apresentá-lo ao resto do mundo. Só ela sabe de todas as noites mal dormidas, de todas as conversas que não aconteceram pelo medo de que tudo acabasse por uma palavra mal dita. Só ela sabe as milésimas vezes que se questionou se aquele relacionamento valia, realmente, a pena. Se não preferia algo mais estável, que tivesse um nome. Quantas vezes ela quis dizer o óbvio. Quantas vezes ela quis que ele compartilhasse sua vida. Que soubesse de seus defeitos secretos, de seu filme preferido. No fundo, Beth queria que fosse diferente. Mas, talvez, essa seja a única maneira de estarem juntos.

5 comments Outubro 8, 2008

O que nós queremos deles?

Abaixo o texto que citei no post do dia 12 de junho. Eu adoro e concordo com todos os parágrafos…rs

Texto de Danuza Leão, publicado na revista Claudia.

Mas afinal, o que querem as mulheres de um homem? O que nós queremos? Em primeiro lugar, que ele nos ame muito; muito, mas não exageradamente. Que nos entenda, que nos ouça sempre com muita atenção, mesmo que não esteja muito interessado no que estamos falando (mas fingindo estar). Não, ele não precisa nos trazer flores; mas deve estar sempre nos procurando, fazendo um carinho no nosso ombro, pousando (apenas pousando) a mão na nossa coxa por debaixo da mesa ou quando estiver dirigindo o carro, coisa de quem se sabe dono absoluto do nosso coração (e do nosso corpo); só faz isso um homem seguro, que é o que todas queremos.

Por outro lado, é preciso que ele nos solicite muito, pergunte que gravata deve usar, se gostamos da água-de-colônia nova, que carro deve comprar, mesmo que acabe fazendo o que quer, sem dar a mínima para nossa opinião. Mas também é preciso que às vezes fique quieto, calado, para nos deixar bem inquietas, imaginando no que será que ele está pensando.

Mulher não pode nunca se sentir nem muito segura nem muito insegura: tem que ser no ponto certo. O ponto certo, essa é a questão. Para isso é preciso sensibilidade, coisa fundamental no homem que se ama. Sensibilidade para sentir quando estamos precisando de um carinho, de um amasso ou de ficar em silêncio. E ser capaz de, na hora de uma briga, dizer vem cá, sua boba”, e a gente se aninhar nos braços dele esquecendo de tudo que estava falando. Ah, como é bom um homem assim.

Não é preciso que ajude a lavar os pratos nem a arrumar a cozinha, essas bobagens a gente faz com o maior prazer quando ama. Mas a cada cinco minutos pode perguntar, enquanto assiste o futebol (sem tirar os olhos da TV), se ainda vai demorar muito essa arrumação, pedir para você levar uma cerveja e dizer “vem sentar do meu lado para ver o jogo”. Esse jogo não nos interessa nem um pouco, mas saber que ele precisa de nós num momento tão crucial é tudo de que precisamos para ser felizes. E quando o time dele fizer um gol e ele comemorar te abraçando e beijando muito, seja solidária e mostre-se tão feliz como se tivesse acabado de ganhar o mais lindo vestido da última coleção de Valentino. Não basta ser mulher: tem que participar.

A hora de ir para a cama é muito importante: mesmo que ele esteja estudando um processo ou lendo uma revista em quadrinhos, é fundamental que ponha a perna em cima da sua, para que você sinta que, aconteça o que acontecer, ele estará sempre ligado em você. E um homem que quer ser amado sobre todas as coisas não pode jamais, mas jamais, depois de apagar a luz do abajur, se virar de costas para dormir; isso é crime que nenhuma mulher perdoa.

E quando, já no escuro, ele faz um carinho na sua cabeça e se encaixa – não há mulher que resista a um homem que sabe se encaixar bem -, aí é que você sente a felicidade total e pensa que é aquele homem, aquele e nenhum outro, que pode fazê-la feliz. É só isso que queremos dos homens. Não é pedir muito, é?

Add comment Junho 16, 2008

Flores de presente? Melhor uma bolsa

Por Caroline Marino

Li esses dias um texto (aliás, ótimo) da Danuza Leão sobre o que nós, mulheres, queremos dos homens. Numa das partes, ela diz: “Não, ele não precisa nos trazer flores; mas deve estar sempre nos procurando, fazendo um carinho no nosso ombro, pousando (apenas pousando) a mão na nossa coxa por debaixo da mesa ou quando estiver dirigindo o carro, coisa de quem se sabe dono absoluto do nosso coração (e do nosso corpo); só faz isso um homem seguro, que é o que todas queremos”.

Concordo. Mais ainda com a parte das flores. Elas são bem-vindas apenas quando dadas fora de datas especiais e com (muita) cautela. Fazer surpresas com flores toda hora cansa, faz perder a graça. Fica batido. Tem homem que gosta de dar flores a toda hora e acredita que está fazendo muito. Homem assim é chato. Meloso demais. O que mais importa são as atitudes. É saber que ele vai estar ao seu lado nos momentos que você precisa. Que vai te ouvir e te abraçar na hora certa.

Também não vou dar uma de dark. No começo do relacionamento dar flores funciona bem, é bonitinho, faz a gente ficar com aquele sorriso bobo no rosto o dia todo. Achar que somos especiais e que está começando algo legal. Mas depois de um tempo parecem aqueles presentes de última hora. De quem não te conhece direito e, por isso, não sabe o que dar. É muito melhor, dar algo que a mulher gosta (seja livros, sapatos ou bolsas). Isso serve para o dia dos namorados. Nada de flores, por favor!

2 comments Junho 12, 2008

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Caroline Marino

Jornalista. De personalidade forte. Amiga dos amigos e avessa a gente chata e lugares cheios. Calma não é seu ponto forte, se irrita com sons, principalmente o tic tac de relógio, a torneira pingando e gente que não sabe comer e faz barulho pra mastigar e engolir. Está cansada daqueles homens de balada que acham que o mundo vai terminar e que precisam ficar com todas as mulheres na mesma noite. Se envolve profundamente com tudo que lhe acontece, seja uma paixão, seja uma briga, seja um projeto. No fundo queria ser mais leve, não tentar encontrar explicação para tudo – mas isso iria contra a sua natureza.

Cláudia Midori

É jornalista há alguns anos, gosta de escrever e ler. Adora comer em lugares diferentes e não suporta comidas muito diferentes. Seu prato preferido é simples: arroz, feijão, bife e batata frita. Geminiana e chata, sempre escolhe lugares arejados, com garçons atenciosos e pessoas agradáveis. Reclama sempre que o lugar não a agrade e pretende colaborar com dicas gastronômicas e desabafos de quem acaba de terminar um namoro de quatro anos e não pretende casar tão cedo.

Léo Dias

Analista de investimentos que se aventura no mundo dos blogs há dois anos, e ficou viciado nesse mundo. Quis dividir suas experiências e, por isso, incentivou duas amigas a criar este blog. Apreciador de vinhos e de bons restaurantes, sempre que pode procura lugares charmosos. Prefere sempre estar a dois e gosta de discutir a relação. Ariano, cético e ansioso, é um romântico assumido que sonha casar na igreja e ser pai. Atualmente solteiro, seus maiores hobbies são cozinhar, jantar fora e escrever para este blog.

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