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Invasão de privacidade
Por Caroline Marino
Fuçar o celular. Ter as senhas do e-mail um do outro. Controlar horários. Isso não faz parte de um relacionamento (como alguns pensam), é invadir o espaço do outro. Será que as pessoas se esquecem que o(a) namorado(a) é outra pessoa? Vocês não fazem parte de uma coisa só apenas por que começaram a namorar. Seu namorado, marido, ou seja lá o que for, tem vida própria. Amigos próprios. Trabalho próprio. Gostos próprios. Compromissos próprios. Telefone próprio. Senhas próprias. Se o celular dele tocar quando estiverem juntos, por exemplo, não quer dizer que ele tem um relacionamento paralelo. Entende?
Ele tem uma vida distinta da sua. Precisa sair só com os amigos para tomar uma cerveja e jogar conversa fora. Às vezes, quer ficar sozinho em casa vendo um filme, lendo um livro ou fazendo nada. Ficar junto 24h enjoa. Os dois precisam de espaço. Os dois precisam respirar. E saber respeitar o espaço do outro faz parte da educação. Até por que, vou te contar uma coisa.
Se você age dessa forma, pois acha que fazendo tudo junto e controlando todos os passos dele(a), você está segura(o), é melhor rever seus conceitos. Se ele quiser fazer alguma coisa, não precisa de muito. Ele pode te deixar em casa e encontrar outra. É simples. Um dos pontos importantes para manter um relacionamento é a segurança. Se não confia na pessoa (e em você mesmo), melhor nem começar a namorar. Senão é capaz de alguém atravessar seu caminho. E dessa vez, não vai ser imaginação.
6 comments Outubro 23, 2008
Dividindo alegrias e tristezas
Por Léo Dias
O que é mais valioso na vida para cada um? Isso é muito particular, mas conheço pessoas que responderiam suas carreiras, contas bancárias rechonchudas e até mesmo respostas egocêntricas. A saúde? De fato é muito valiosa, já que se não cuidarmos dela amanhã pagaremos caro por isso.
Eu ainda coloco num alto patamar (e sem envolver religiosidade, o Altíssimo ou quaisquer crenças) os três principais pilares da minha vida: a família, os amigos e o coração. Se um deles não está bem, o resto balança e tudo parece sair de um eixo que tem um equilíbrio muito tênue, sensível, mas que quando em perfeita estabilidade é sólido como uma rocha.
E hoje eu destaco os amigos, aqueles de toda hora. Os amigos têm um valor inestimável. Nos entendem, dividem conosco conquistas, alegrias, segredos e também as tristezas, frustrações e desabafam. Os amigos relevam algumas chatices, manias, atendem aos nossos telefonemas tarde da noite e ainda sim nos recebem com os braços abertos.
Amigos são aqueles que estendemos a mão, damos a nossa cara a tapa por eles, enfrentamos reações adversas e nem ligamos, porque o simples abraço, o sorriso ou a sensação de estarmos dividindo “coisas” é sempre recompensadora.
Se precisarmos brigaremos entre nós, discutiremos, mas não deixaremos de ser amigos porque o amigo de verdade entende o mau humor, a palavra mais ríspida como um desabafo e admira um elogio, uma verdade dita na cara e o companheirismo nos bares, nas baladas e até na mais curiosa fanfarrice.
Tem o amigo que gosta muito de discutir os amores, como anda o coração, as pessoas que vem e vão de nossas vidas. Tem aqueles que não abrem mão de falar do time de futebol, da eterna zombaria com o time alheio, e das marotices (sic). Os amigos do trabalho, que falam mal do chefe conosco, tomam o cafezinho diário e sempre estão conosco na hora das refeições e happy hours. Tem também os amigos de blog, que escrevem, palpitam e pensam juntos no post de amanhã.
Aos meus amigos, eu os amo! Continuem sempre sendo meus amigos e contem sempre comigo para as horas boas, as ruins e até exóticas. Mesmo porque, amigo que é amigo não pergunta para onde vai, mas quando vai…
3 comments Maio 29, 2008