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A vida nos surpreende de mil formas
Por Léo Dias
Semana passada eu saí em férias para viajar, descansar, viver uma semana de puro divertimento e festas mil. A expectativa criava-se há meses e o sentimento era um só, o de aproveitar cada momento.
Chegando ao hotel, sob promessas de muitas festas, fui logo para o bar, tomar um clássico (Red Label + Red Bull) e ver o que me esperava. Até aquele momento nada, além de mais algumas doses e conversa fiada. Os dias de passaram e eu conheci um outro lado das férias que eu não esperava, o da renovação.
Conheci muitas pessoas, pessoas incríveis, mulheres sensacionais e um sentimento novo, o da menor importância com tudo. Importante era o meu coco, o jantar, o sol que sempre me visitou durante minha estada e as conversas fiadas, daquelas que em dias se conhece muito bem as pessoas e a si próprio.
Desde um casal de argentinos incrível, animados, engraçados, grandes amigos até um brasiliense de 40 com cabeça de 20, mais antenados nos quadris que nas atrações do hotel e em especial uma curitibana, de olhar sincero e que desde o primeiro dia me passa uma imagem de simpatia.
A vida é feita de pequenos momentos e lá eu tive uma série deles e fui surpreendido de inúmeras formas. Levarei comigo as lembranças de todos, dos jantares, dos eventos, das conversas fiadas e é claro, do sabor do clássico…
2 comments Novembro 8, 2008
Dividindo alegrias e tristezas
Por Léo Dias
O que é mais valioso na vida para cada um? Isso é muito particular, mas conheço pessoas que responderiam suas carreiras, contas bancárias rechonchudas e até mesmo respostas egocêntricas. A saúde? De fato é muito valiosa, já que se não cuidarmos dela amanhã pagaremos caro por isso.
Eu ainda coloco num alto patamar (e sem envolver religiosidade, o Altíssimo ou quaisquer crenças) os três principais pilares da minha vida: a família, os amigos e o coração. Se um deles não está bem, o resto balança e tudo parece sair de um eixo que tem um equilíbrio muito tênue, sensível, mas que quando em perfeita estabilidade é sólido como uma rocha.
E hoje eu destaco os amigos, aqueles de toda hora. Os amigos têm um valor inestimável. Nos entendem, dividem conosco conquistas, alegrias, segredos e também as tristezas, frustrações e desabafam. Os amigos relevam algumas chatices, manias, atendem aos nossos telefonemas tarde da noite e ainda sim nos recebem com os braços abertos.
Amigos são aqueles que estendemos a mão, damos a nossa cara a tapa por eles, enfrentamos reações adversas e nem ligamos, porque o simples abraço, o sorriso ou a sensação de estarmos dividindo “coisas” é sempre recompensadora.
Se precisarmos brigaremos entre nós, discutiremos, mas não deixaremos de ser amigos porque o amigo de verdade entende o mau humor, a palavra mais ríspida como um desabafo e admira um elogio, uma verdade dita na cara e o companheirismo nos bares, nas baladas e até na mais curiosa fanfarrice.
Tem o amigo que gosta muito de discutir os amores, como anda o coração, as pessoas que vem e vão de nossas vidas. Tem aqueles que não abrem mão de falar do time de futebol, da eterna zombaria com o time alheio, e das marotices (sic). Os amigos do trabalho, que falam mal do chefe conosco, tomam o cafezinho diário e sempre estão conosco na hora das refeições e happy hours. Tem também os amigos de blog, que escrevem, palpitam e pensam juntos no post de amanhã.
Aos meus amigos, eu os amo! Continuem sempre sendo meus amigos e contem sempre comigo para as horas boas, as ruins e até exóticas. Mesmo porque, amigo que é amigo não pergunta para onde vai, mas quando vai…
3 comments Maio 29, 2008